Panorama do Mercado – Entre o suporte e a LTB

Tivemos uma semana de queda para a bolsa brasileira, depois de muita volatilidade o Ibovespa terminou o período com desvalorização de -2,38%.

No cenário internacional, o petróleo chegou a subir 9%, depois que os membros da Opep fecharam um acordo para restringir a produção, levando o Petróleo a atingir o maior patamar em mais de um ano. Nos  Estados Unidos, a divulgação do PiB mostrou que a economia cresceu a uma taxa anual 3,2%, foi o melhor desempenho dos últimos dois anos, confirmando que a atividade continua forte.

No Brasil, as tensões políticas voltaram a ser destaque, o Senado tentou votar o crime de abuso de autoridade dos magistrados, o Senador Renan Calheiros foi denunciado pelo Supremo e a Odebrecht fechou acordo de delação premiada. Na perspectiva econômica, a divulgação do PIB mostrou que a economia recuou 4%, em comparação ao ano anterior, confirmando que estamos em recessão a sete trimestres seguidos. Na reunião do Copom, o Banco Central definiu pela queda de 0,25% na taxa de juros, o corte foi considerado moderado, sugerindo que a autoridade econômica está cautelosa com a condução da economia.

Na semana que se inicia, na Europa teremos o referendo na Itália que irá definir a realização de mudanças relevantes no cenário político do país. Além disso, dois eventos importantes merecem destaque: a divulgação do PiB da Zona do Euro e a reunião do Banco Central Europeu. No Brasil, a política deve continuar em destaque.

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 Momento do Mercado

Durante a semana a Ltb (ver gráfico – linha vermelha) foi respeitada levando o Ibovespa de volta para o suporte dos 59 mil pontos, nesse patamar a força compradora voltou a atuar, garantindo que o suporte também fosse respeitado.

Caso o suporte dos 59 mil pontos seja perdido, a tendência de baixa deve ganhar força.

O cenário só volta a ficar positivo caso a Ltb seja rompida.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br

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Panorama do mercado – Na LTB

Tivemos a segunda semana seguida de alta para a bolsa brasileira, levando o Ibovespa a terminar o período em valorização de +2,66%.

No Brasil, o Governo Temer está enfrentando sua primeira grande crise, as denúncias contra Geddel chegaram diretamente no presidente, levando o Ministro a renunciar ao cargo. No cenário econômico, a queda da confiança do consumidor, levantou incertezas sobre a continuidade da recuperação da atividade econômica.

Na Europa, o PIB do Reino Unido avançou 2,3% no terceiro trimestre, ante igual período no ano anterior, vindo em linha com o as expectativas. Já o PIB da Alemanha registrou expansão anual de 1,7%. Na Ásia, a bolsa da China se recuperou com sinais que a economia está se estabilizando. Nos EUA, a Ata do Fed mostrou que os membros estão confiantes no fortalecimento da economia, sinalizando que a alta de juros deve acontecer no próximo encontro da autoridade monetária.

Na semana que se inicia, no Brasil teremos a divulgação do PIB do terceiro trimestre, a votação da PEC do teto no Senado, mas o destaque será a reunião do Copom, o mercado espera uma redução de 0,25% na taxa, mas alguns analistas já projetam um corte maior de 0,5%. No cenário internacional teremos a reunião da Opep e a divulgação do PIB americano.

O suporte dos 59 mil pontos foi respeitado, levando os preços a um movimento de alta que fez com que o Ibovespa terminasse a semana testando a Ltb (ver gráfico – linha vermelha)

Caso esse patamar seja respeitado a tendência de baixa irá continuar sendo a principal referência do Ibovespa.

Caso a Ltb seja rompida a trajetória de alta terá como objetivo os 65 mil pontos.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

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Panorama do Mercado – Mudando a direção

O Panorama está de volta!

Estamos num período de alta volatilidade para a bolsa brasileira. Depois de grandes oscilações o Ibovespa terminou a semana em valorização de +1,31%.

Nos EUA, a eleição de Trump trouxe muitas dúvidas sobre como será a condução da economia no seu Governo. No momento, as expectativas apontam que ele deve ampliar os investimentos em infraestrutura. Essa medida tem como consequências: a necessidade de elevação mais rápida da taxa de juros e o crescimento do nível de endividamento da maior economia do mundo. Contudo, as incertezas ainda são altas e a credibilidade do novo presidente só será construída com o tempo. Até que isso aconteça, a “montanha russa” deve continuar ligada.

No Brasil, a nova faze da operação Lava Jato contou com a prisão dos ex-Governadores do Rio de Janeiro, Garotinho e Cabral. Vale ficar atento se os desdobramentos da operação irão afetar o Governo Temer. O Dólar encerrou a semana em R$ 3,40.

Na semana que se inicia, nos EUA teremos a divulgação da Ata da última reunião do FED, que ocorreu antes da eleição do Trump. Na Europa, teremos a divulgação do PIB da Alemanha e do Reino Unido.

Momento do Mercado

A Lta (linha verde no gráfico) foi perdida, encerrando a tendência de alta iniciada em fevereiro. Para deixar o cenário ainda mais arriscado, uma tendência de baixa (linha vermelha) foi formada e passou a ser a principal referência do Ibovespa. Nesse momento os 59 mil pontos representam o suporte mais próximo.

Caso os 59 mil pontos seja perdido a queda deve acelerar até o próximo suporte nos 57 mil.

O cenário só volta a ficar positivo com o rompimento da Ltb.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br

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Panorama do Mercado – Na Lta

Depois de quatro semanas seguidas de alta a cautela tomou conta do mercado, levando o Ibovespa a uma forte realização de -4,51%.

Nos EUA, o avanço de Trump nas pesquisas eleitorais contribuiu com o movimento de aversão ao risco, caso ele seja eleito o mercado terá que descobrir como será a condução da economia americana, até que isso ocorra a volatilidade será alta.

No Brasil, o Banco Central continua trabalhando para melhorar a credibilidade, na terça-feira a Autoridade Monetária publicou uma nota informando os procedimentos que deve adotar na sua comunicação para possibilitar mais clareza e transparência, ampliando a previsibilidade para reduzir a volatilidade nos mercados. No cenário corporativo, a queda do petróleo contribui para a desvalorização das ações da Petrobras.

Na semana que se inicia o principal destaque será a definição do processo eleitoral americano. No Brasil, vale destacar a divulgação do balanço da Petrobras.

Momento do Mercado

O suporte da congestão (63,5 pontos) foi perdido, levando o Ibovespa a uma forte realização. O movimento fez com que os preços terminassem a semana exatamente na Lta (ver linha verde no gráfico). Esse é um momento que merece atenção, pois se a Lta for perdida a tendência de alta será anulada.

A tendência ainda está mantida, mas o risco aumentou muito.

O próximo suporte dos preços está nos 60 mil pontos.

Aviso: Na próxima semana não teremos o Panorama do mercado, estaremos de volta somente no último final de semana de novembro.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

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Panorama do Merccado – Acumulação curta

Tivemos a quarta semana seguida de alta para a bolsa brasileira, levando o Ibovespa a terminar o período com valorização de +0,31%, no mês de outubro, que termina na segunda-feira, os ganhos já ultrapassam 10%.

No Brasil, a Ata do Copom manteve o tom conservador e reforçou a aposta de um corte de somente 0,25% na reunião de dezembro. A Câmara do Deputados, aprovou no segundo turno a PEC 241, limitando os gastos públicos, agora, o texto vai para votação no Senado. No cenário corporativo, as ações da Vale apresentaram forte alta de 11,48% na semana, influenciada pela valorização do minério de ferro. Na esfera política, o Planalto realizou uma reunião com os três poderes, depois que farpas foram trocadas entre o presidente do Senado (Renan Calheiros) e a presidente do Supremo (Carmen Lucia), justo no momento que o presidente está tentando desenvolver um cenário favorável para aprovação dos projetos no Congresso.

Nos EUA, a divulgação do PIB confirmou que a economia americana está forte, crescimento de 2,9% no terceiro trimestre, foi o melhor resultado desde 2014. Mas a notícia que o FBI vai retomar as investigações sobre os e-mails de Hilary Clinton trouxe cautela aos investidores, que passaram a temer o crescimento de Trump nas pesquisas.

Na semana que se inicia o destaque será a aguardada reunião do Fomc que irá decidir o futuro do juros na economia americana. Na Europa, o Banco da Inglaterra também vai se reunir, a expectativa do mercado é que a política monetária seja mantida.

Momento do Mercado

O Ibovespa perdeu força e passou a operar numa congestão curta entre 63,5 e 64,8 mil pontos. O rompimento dessa congestão será fundamental para que os preços sigam rumo ao objetivo dos 68 mil pontos. A tendência de alta (ver linha verde no gráfico) continua sendo a principal referência do mercado.

Caso o suporte da acumulação nos 63,5 seja perdido, o risco de mudança de direção começa aumentar.

A tendência de alta só será anulada caso os 60 mil pontos seja perdido.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

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Panorama do Mercado – Rali de Alta

Tivemos a terceira semana seguida de alta para a bolsa brasileira, o otimismo continuou a tomar conta dos investidores, levando o Ibovespa a uma valorização de +3,79%.

No Brasil, o Banco Central iniciou o processo de corte do juros, ao reduzir a Selic em 0,25%. O movimento foi mais leve do que o esperado, indicando que a Autoridade Monetária permanece alerta com a inflação e também já está atento as perspectivas inflacionárias de 2018 . A Vale e as siderúrgicas foram as principais responsáveis pela alta semanal. A prisão do deputado cassado Eduardo Cunha foi o destaque político. O Dólar terminou o período em R$ 3,16.

Na Europa, o BCE decidiu por manter a taxa de juros em 0% e a taxa de depósito em -0,4%, o que significa que os bancos comerciais continuarão pagando para deixar recursos depositados no BCE, na reunião não houve debate sobre a continuidade do programa de compra de ativos na Zona do Euro. Na China, a divulgação do PIB mostrou que a economia manteve-se estável, apresentando avanço de 6,7% ao ano no terceiro trimestre, mesmo percentual observado no trimestre anterior.

Na semana que se inicia, no Brasil teremos o segundo turno da votação da Pec do Teto dos gastos e a Ata do Copom. No EUA será divulgado o PIB do terceiro trimestre.

Momento do Mercado 

O rali de alta continuou forte, rompendo os 62 mil e  guiando o Ibovespa aos 64 mil pontos. O próximo objetivo está nos 68 mil. A tendência de alta (ver linha verde no gráfico) continua sendo a principal referência do mercado. 

A tendência de alta só será anulada caso os 60 mil pontos seja perdido.

O suporte mais próximo dos preços está nos 61,5 mil pontos.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br

 

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Panorama do Mercado – Objetivo atingido

Tivemos a segunda semana seguida de valorização para a bolsa brasileira, depois de ameaçar um movimento de queda, a euforia voltou a tomar conta do mercado, fazendo com que o Ibovespa terminasse o período em alta de +1,08%.

No Brasil, a Petrobras anunciou uma nova política de preços (passando a levar em consideração a paridade internacional) e uma redução de 3,2% no valor da gasolina e 2,7% do diesel nas refinarias. A mudança deve ajudar no combate a inflação, o que fez o mercado ampliar a aposta que a redução de 0,5% da Selic deve acontecer na próxima reunião do Copom.

Na China, as exportações caíram 10% em setembro, confirmando a desaceleração da economia. Nos EUA, a ata do Fomc sinalizou que o aumento do juros deve ocorrer na próxima reunião do Banco Central americano, mas o discurso de Yellen, questionando o crescimento econômico, voltou a levantar dúvidas e desanimou os investidores.

Na semana que se inicia, no cenário externo teremos a divulgação do PIB da China e a reunião do Banco Central Europeu. No Brasil, o destaque será a reunião do Copom.

Momento do Mercado

O Ibovespa continuou forte, fazendo com que os preços chegassem no objetivo dos 62 mil pontos. A tendência de alta (ver linha verde no gráfico) continua sendo a principal referência do mercado.

A tendência de alta só será anulada caso os 57 mil pontos seja perdido.

O suporte mais próximo dos preços permanece nos 60,3 mil pontos (resistência anterior).

Bons Investimentos,

Lucas Leal

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Identidade Keynesiana e o PEC 241

Nesse Post, o economista e parceiro Lucas Trentin Rech nos concedeu a oportunidade de divulgar seu comentário inteligente sobre a PEC 241.

Identidade Keynesiana e o PEC 241

No dia 10 de outubro de 2016, foi aprovado em primeiro turno o Projeto de Emenda Constitucional 241, popularizado como PEC do Teto.

Infelizmente, como tudo que vem ocorrendo neste governo, a votação da Emenda Constitucional se deu sem um debate amplo com a sociedade civil brasileira. Foram ouvidos pouquíssimos economistas e pesquisadores da área de orçamento e políticas públicas, deu-se atenção apenas a um punhado de supostos tecnocratas com pressa de “mostrar serviço”. Pior que isso, só a polarização em torno do PEC. Se contra o projeto tornou-se uma atitude das “pessoas de esquerda” e ser favorável uma demonstração de filiação “pensamento liberal”. Se esta polarização tivesse um mínimo de sentido teríamos que nomear a Monica De Bolle como uma “economista de esquerda”[2], trágico.

Antes de entrar no debate proposto no título, é importantíssimo destacar que o PEC 241 tem duração de 20 anos, e não tem em sua redação nenhuma previsão de flexibilidade para bons e maus momentos econômicos. Isso, fatalmente, transformará a política econômica brasileira (se assim ainda poderá ser chamada diante de um projeto tão restritivo) em anticíclica em momentos de expansão e pró-cíclica em momentos de depressão. Explicando, em uma economia em expansão o governo não alterará seus gastos, formando um superávit primário estratosférico, e impedindo que um dos componentes da identidade keynesiana aumente. Já em momentos de depressão, com a economia encolhendo, o governo agirá a-ciclicamente nos gastos, e indiretamente, pró-ciclicamente no consumo das famílias. Vejam:

A identidade keynesiana se resume em Y=C+I+G+(X-M), onde C é o consumo das famílias, I o investimento, G os gastos do governo, e (X – M) o saldo da balança comercial.

Ora, a Emenda Constitucional congela por 20 anos G, ou seja, este componente do PIB não será mais alterado, independente da situação econômica da república brasileira. Já em relação a C “o governo determinou que, em caso de descumprimento do teto, as despesas obrigatórias não poderão sofrer reajuste. O dispositivo abrange, também, o salário mínimo”. Com o PIB estagnado, ou decrescendo, a queda nas receitas incorrerá fatalmente em uma inflexão sobre o salário mínimo, que representa a base do consumo das famílias. Se já não bastasse isso, I tinha até pouco tempo atrás 15% de sua composição ditada pelos investimentos da Petrobrás. Com o novo plano de investimentos da cia., que foi arrebatada por toda sorte de problemas, da má gestão à corrupção, a formação bruta de capital fixo brasileira crescerá a níveis menores, a não ser que a “fada da confiança” faça milagres e afete a histórica inércia dos capitalistas brasileiros. Por último, nos resta a balança comercial, e como somos exportadores de bens primários, onde a produção em maior quantidade representa uma queda no preço, pouco podemos esperar.

Dito isso, concluo com a frase de De Bolle: “não se faz política econômica no tapetão. Ou bem se tem um programa fiscal claro, que ataque os nossos problemas centrais, ou morreremos na praia”.

Lucas Trentin Rech é Mestre em Economia, e Doutorando também em economia na Universidade Federal da Bahia. Acompanhe seus comentários no https://blogdosalto.wordpress.com/2016/10/10/pec-do-teto-nao-e-uma-brastemp/

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Panorama do Mercado – Risco aumentando

Tivemos uma semana de alta volatilidade para bolsa brasileira, depois de começar o período em euforia, a cautela voltou a tomar conta do mercado, devolvendo os ganhos e levando o Ibovespa a terminar o período em leve queda de -0,56%. No mês de setembro o indicador apresentou valorização de +0,80%, no terceiro trimestre do ano o movimento também foi positivo com ganhos de +13,2%.

No Brasil, o Banco Central passou a prever que a inflação deve ficar abaixo de 5% em 2017, essa mudança ampliou as expectativas que a Autoridade Monetária pode antecipar a redução da taxa de juros. O resultado das contas públicas de agosto mostrou um déficit primário de R$ 22,3 bilhões, chegando a 2,77% do PIB. Já a relação dívida PIB continuou crescendo e ficou em 70,1%.

No cenário internacional, a Opep impôs um limite para a produção do petróleo, ampliando a expectativa de valorização da commoditie. Nos EUA, na quinta feira o Deutsche Bank recebeu uma multa bilionária, em função da venda de títulos “podres” na crise de 2008, o que levou suas ações a uma forte desvalorização. Contudo, a notícia divulgada na sexta-feira, que o banco estava próximo de um acordo ajudou a acalmar os mercados.

Está começando o último trimestre do ano, os principais destaques do período devem ser as eleições americanas, o futuro da taxa de juros nos EUA e no Brasil e o desenrolar da crise do Deutsche Bank. Vale destacar que no acumulado de 2016 o Ibovespa vem apresentando valorização de +34,64, o resultado do último trimestre será decisivo para garantir a bolsa como melhor aplicação do ano.

 

Momento do Mercado

A alta volatilidade da última semana ampliou o risco de mudança de direção, mas a tendência de alta está mantida e só será anulada caso os 55 mil pontos seja perdido.

O objetivo do movimento permanece no patamar dos 60,3 mil pontos.

O próximo suporte está na faixa entre 57 e 56 mil pontos.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br

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Panorama do Mercado – Tendência mantida

Tivemos uma semana de recuperação para a bolsa brasileira, após quatro pregões de alta o Ibovespa terminou o período em valorização de +2,83%.

Nos EUA, o Banco Central definiu pela manutenção da taxa de juros entre 0% e 0,25%, mas sinalizou uma possível alta até o final do ano. Outro ponto que merece destaque é o avanço da corrida presidencial, já que os candidatos vêm apresentando propostas bem distintas para a economia. Nessa semana, Trump chegou a criticar de forma veemente a política monetária do FED, dizendo que os juros está se mantendo baixo para favorecer o presidente Obama. No Japão, o Banco Central adotou mais uma ação para incentivar a atividade econômica, ao estabelecer uma meta de 0% os títulos de 10 anos da dívida pública nipônica.

No Brasil, a operação Lava Jato voltou a ser destaque nos noticiários, o ex presidente Lula foi indiciado como réu e o ex Ministro Guido Mantega chegou a ser preso.  No cenário corporativo a Petrobras apresentou o plano de investimento de 2017 a 2021, o qual contempla queda de 25% nos investimentos e venda de ativos para melhorar a situação financeira da companhia. O plano foi bem recebido pelo mercado que vê uma possibilidade de redução do endividamento da companhia.

Na semana que se inicia, o destaque será a divulgação do PIB dos EUA e do Reino Unido, referente ao segundo semestre. No Brasil, teremos a divulgação do resultado primário do Governo Federal e relatório de inflação.

Momento do Mercado

Durante a semana a Lta foi testada e respeitada, mantendo a tendência de alta como principal referência do mercado.

O objetivo do movimento está na resistência dos 60,3 mil pontos

Caso a faixa de suporte dos 56 mil pontos seja perdida o movimento será anulado.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br

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