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Versão da animação A Bela e a Fera em live action. Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela (Emma Watson) tem o pai capturado pela Fera e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade do progenitor. No castelo ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é na verdade um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana.
[Sinopse]

Tarefa inglória da Disney. Transpor um dos seus maiores clássicos, exemplo máximo de carinho por memoria afetiva, responsável pela retomada Disney na animação, ótimo musical devidamente laureado por dois Oscar … para uma versão Live Action. Tinha tudo a perder, pouco a ganhar (afora questões financeiras) e com muito risco envolvido, É mais ou menos como quando um time grande vai jogar contra o Nanico Futebol Clube. Tem que ganhar, de goleada e jogar bem, e qualquer coisa diferente disso é vexame. Mas a Disney é a Disney e aceitou a aposta. De fato já havia obtido sucesso com duas outras transposições em versões carne-e-osso, “Cinderela” e “Malévola”, o que por si só já era um bom inicio.

Então… em tempos de redes sociais, de overdose de opiniões, de todo-mundo-é-crítico-de-cinema, tivemos as inevitáveis tretas, polêmicas, mimimis e uma boa dose de má vontade com o filme. A procura de piolho em cabeça de cobra vai desde a interpretação de Emma Watson para Bella, que é excelente, até (óbvio!) a nova postura de LeFou, o fiel escudeiro de Gaston, que sim, de fato, é bem mais exagerada, afetada, mas nunca deselegante ou agressiva. O filme foi escrutinado não como um filme de fantasia, mas como uma obra documental. Vi até críticos citando o conto literário original de 1700 e bolinha. Nonsense!

Como a comparação é inevitável, vamos aos muitos prós e poucos contras do filme. Os três pontos que me desagradaram foi uma metragem um tanto quanto excessiva, alguns números musicais que podiam ser limados sem prejuízo a trama, como o piorzinho que é o da Fera e a fluência dos objetos animados, principalmente Lumière, que no desenho tinha um gingado latino, romântico com uma malemolência do Sebastião de “A Pequena Sereia”. Os pontos positivos são diversos e sobrepõe facilmente as pequenas falhas citadas. O núcleo Gaston ganhou mais vida, mais importância, gerou o melhor cena musical do filme, o melhor personagem, LeFou (Josh Gad) além de apresentar o próprio Gaston (Luke Evans) de forma muito mais rica e cativante. Além disto também foram excelentes o pai da Bella (Kevin Kline) e a própria Bella em si, no papel de uma das primeiras “princesas-relutantes” da Disney, continuando o legado de Ariel (A Pequena Sereia) e sendo seguida por Pocatontas, Mulan e Tiana (A Princesa e o Sapo), dentre outras.

Preciso dizer que sou muito mais mais influenciado pela peça de teatro que vi na Broadway, em Nova York, em 1996, do que propriamente pelo filme de 1991. Dito isso, aí vai a “minha” polêmica. Não é apenas que eu tenha gosta muito do filme, é mesmo que eu achei melhor que o desenho animado de 1990. #prontofalei.

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