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Um bebê falante que usa terno e carrega uma maleta misteriosa une forças com seu irmão mais velho invejoso para impedir que um inescrupuloso CEO acabe com o amor no mundo. A missão é salvar os pais, impedir a catástrofe e provar que o mais intenso dos sentimentos é uma poderosa força.
[Sinopse]

O estúdio Dreamworks, que há tempos se reduziu apenas a animações, agora está ficando refém de suas próprias franquias (Shrek, Kung Fu Panda e Madagascar), pois suas últimas incursões fora deste escopo deram com os burros n’agua, como no péssimo “Cada Um na Sua Casa” e no apenas razoável “Trolls”. E esse “O Poderoso Chefinho” não vai mudar em nada este cenário.

O filme é uma mistura (pobre) do recente “Cegonhas” (da Warner Bros) com o live action “O Pequenino” (com Marlon Wayans), com um roteiro (uma premissa) bem chinfrim e visualmente pobre, com template cansado, mas que finalmente vai mudar com o “Capitão Cueca”, próxima animação da Dreamworks). O melhor do filme é a inventividade de Tom, irmão mais velho do chefinho, sempre fantasiando as situações de uma maneira muito bacana, mas isto por si só não consegue segurar a peteca o filme todo.

É apenas mais um filme para preencher a (escassa) programação infantil, bem mediano, nem dos melhores, nem dos piores. E definitivamente não é daqueles filmes que agradam também aos pais. Já a gurizada, ainda que não morra de amores (meu termômetro é quando pedem para assistir de novo!), se diverte bastante, muito mais a turma até dez anos do que os pré-adolescentes.

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