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Nas profundezas do deserto, uma antiga rainha (Sofia Boutella) cujo destino foi injustamente tirado está mumificada. Apesar de estar sepultada em sua cripta, ela desperta nos dias atuais. Com uma maldade acumulada ao longo dos anos, ela espelha terror desde as areais do Oriente Médio até os becos de Londres.
[Sinopse]

Franquias? Franquias já não bastam aos grandes estúdios. Rendem dois, três filmes… as vezes (forçadamente!) rendem até mais, mas por fim acabam. O “lance” agora é o tal do universo compartilhado, algo como uma série de franquias interligadas, que funcionam sozinhas, mas servem para contar uma história maior. A Disney tem a sua com os filmes da Marvel, a Warner tem a sua (mambembe) com os filmes da DC Comics e agora a Universal inicia, com este “A Múmia”, seu universo compartilhado “Dark Universe”, que se propõe a “re-imaginar” diversas estória de monstros e deuses (Múmia, Lobisomem, Frankenstein…) que o estúdio tem os direitos desde mil novecentos e bolinha. E já temos um próximo filme em produção, “A Noiva de Frankenstein” com Javier Bardem.

E ninguém melhor para encabeçar essa nova empreitada da Universal do que Tom Cruise, astro da casa, galã, com 3 franquias ativas (Missão Impossível, Jack Reacher e a sequencia de Top Gun). E o pacotão Cruise está completo: canastrices, sorriso colgate, piques a lá Usain Bolt e cenas de ação sem uso de dublê. Mas nem isso salva o filme, que se preocupa excessivamente em pavimentar o caminho para o tal universo sombio se esquecendo de contar (bem) sua própria história.

Se depender deste começo a jornada da Universal será “dark” (sic!) mesmo. Um filme confuso, mal escrito, mal filmado, cheio de erros de casting, de CGI barato, de didatismos, calcado unicamente num astro que tenta, mas não consegue salvar o filme.

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A agente Lorraine Broughton está disposta a enfrentar qualquer desafio e a usar suas habilidades para sobreviver à uma missão impossível...

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