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Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker (Tom Holland) voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre (Michael Keaton) surge amedrontando a cidade. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava.
[Sinopse]

O Homem-Aranha ressurgiu nos cinemas na década de 2000, no o rastro do sucesso de “X-Men”, da Fox, sob a batuta competente de Sam Raimi e direitos atrelados a Sony, pois a Marvel ainda não tinha entrado no jogo. Um sucesso. Teve uma continuação daquelas que (caso raro!) é considerada ainda melhor que o primeiro. E então chegou a um pífio terceiro episodio que todos detestaram. Foi o fim. Então a Sony resolveu dar uma repaginada no herói com um Peter Parker mais jovem (Andrew Garfield) e um Aranha mais tecnológico. Eu particularmente gostei dos dois filmes, principalmente o primeiro, com o vilão Lagarto, mas o fato é que não foi o sucesso imaginado. Novo fim. Eis que Marvel e Sony fizeram o acordo ganha-ganha: o Homem-Aranha participaria de “Capitão América – Guerra Civil” e o Homem de Ferro participaria do novo reboot do aracnídeo na Sony, com as histórias entrelaçadas. Dupla vitória!

Logo de inicio se constata que todos os medos dos fã se dissiparam. Não, o filme não é um “Homem de Ferro 4”, apesar de importante na trama, Tony Stark, com ou sem armadura, é peça importante, mas não onipresente no filme, dividindo com Happy Hogan o papel de figura paterna na formação do cabeça de teia. E a overdose de teasers, trailers, spots de TV não entregou nada de substancial na trama.

Melhor que o subtítulo “De Volta ao Lar”, que não é ruim, seria “O Amigão da Vizinhança”, porque sim, fez muito bem ao Aranha o downgrade imobiliário de Manhattan para o Queens, completamente livre das amarras de filme de origem, de contar como o passado de seus pais, tio Ben, como ele virou super e, principalmente, apresentando um Peter Parker (Tom Holland, excelente!) verdadeiramente adolescente, moleque, colegial, com uma pegada de comédia no melhor estilo John Hughes (Curtindo a Vida Adoidado, O Clube dos Cinco, Gatinhas e Gatões). O filme também tem vilão a altura, mais crível, mais humano, mais ator na pele do competente Michael Keaton e sem aquele ar que “ha ha ha vou conquistar o mundo!“.

Sim, em apenas 15 anos, este é o 6º filme-solo do Homem-Aranha, com 3 protagonistas diferentes, 2 reboots e 317 vilões. Mas quem se importa? Ninguém… pelo menos não quando o resultado é um filme honesto, correto, divertido como este. Mais um interminável acerto da Marvel, levando a Sony na ponga, de boa na lagoa!

[AVISO] Fiquem atentos as duas cenas pós-créditos, uma logo após os créditos iniciais, e outra, fantástica, somente ao fim de todos os créditos.

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