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Humanos e macacos cruzam os caminhos novamente. César e seu grupo são forçados a entrar em uma guerra contra um exército de soldados liderados por um impiedoso coronel. Depois que vários macacos perdem suas vidas no conflito, César luta contra seus instintos e parte em busca de vingança. Dessa jornada, o futuro do planeta poderá estar em jogo.
[Sinopse]

O segundo reboot da franquia (2011) optou pela linha do prelúdio, abandonando a ideia “daquele” tal Planeta dos Macacos, que supostamente não era a terra (e sem mimimi pois não há spoiler de 50 anos!). A acertada opção foi um filme de “origem” contando (dããã!) como tudo começou. A impactante cena da primeira vez que Cesar fala com um sonoro “Não” foi o grande momento do filme, entrando imediatamente para o rol de grandes cenas do cinema e coroando a interpretação CGI de Andy Serkis, que, apesar do clamor popular, permanece ignorado pelo circuito de premiações.

E por falar em CGI (interpretação com base em eletrodos afixados no corpo de um ator e posteriormente processadas via computador), o nível de perfeição desta técnica se elevou a um patamar (ainda mais!) impressionante. O que antes era mais restrito ao próprio Cesar, inclusive em relação a fala, agora melhora muito, com um detalhismo assombroso, ganha escala, e se desdobra por N outros personagens símios, como o excelente Maurice, Rocket e um novo importante personagem, o “Macaco Mau”. Tudo isso usado magistralmente pelo ótimo diretor Matt Reeves (que também dirigiu o segundo episodio “O Confronto” e vai dirigir o próximo Batman) que usa todos os recursos tecnológicos (Efeitos Digitais, Fotografia, Montagem e a excelente trilha Sonora de Michael Giacchino) em prol do enredo, não como “personagem principal”, como mal fez Tim Burton no primeiro reboot da franquia, em 2001.

É uma franquia muito bem tratada pela FOX e que tem um último capitulo extremamente coerente com o que foi construído nos dois primeiros filmes, sem pirotecnias em vão, twists incoerentes e um desfecho digno. Não, não é um filmaço, sequer é o melhor dos três (continuo com o primeiro), e tem lá seus defeitos: é muito longo, com alguns atos desnecessários, com uma atmosfera muito fria. Fica a sensação de ser um exemplo de filme que os críticos vão adorar (com razão), mas o público não vai gostar taaaanto (também com razão!), pois aspectos técnicos estão excelentes e muito bem usados, mas a estória em si não empolga tanto. E isso é o máximo que se consegue dizer sem cometer um mega spoiler!

Obs – 3D desnecessário e não tem cena pós-créditos.

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