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Ambientado em 1992, Charles Xavier (James McAvoy) está lidando com o fato dos mutantes serem considerados heróis nacionais. Com o orgulho a flor da pele, ele envia sua equipe para perigosas missões, mas a primeira tarefa dos X-Men no espaço gera uma explosão solar, que acende uma força malévola e faminta por poder dentro de Jean Grey (Sophie Turner). [Sinopse]

Antes da Marvel virar um estúdio de cinema, ela vendeu os direitos de suas obras para os grandes estúdios da época. A franquia X-Men ficou com a Fox, que foi responsável pela retomada dos quadrinhos no cinema, que a partir dali seria uma constante, não mais viveria de espasmos  como Superman, na década de 70/80 e Batman na década de 80/90. Pois bem, de lá para cá foram onze filmes, momentos marcantes mas também muitos erros e algumas boas trapalhadas cronológicas. Este é um último filme produzido pela Fox, estava sendo produzido bem no momento das negociações da compra do estúdio pela gigante Disney, teve adiamento de lançamento, atraso em divulgação de trailer, é até um alivio que tenha conseguido ser lançado.

O filme tem um estória incrível (já roteirizada por este mesmo diretor em “X-Men: O Confronto Final”), um inicio bem promissor, parecia que poderia ser algo “Logan”, um ponto fora da curva daquela mesmice que é ver a turma do Xavier brigando com a turma do Magneto, com a policia no encalco de ambos, para, no final, todos se unirem bem miguxos contra um mal maior, por sinal, que vilãos chinfins. Enfim, nada de novo… cansa. Até o elenco ficou devendo, Sophie Turner não entrega uma interpretação digna de Jean Grey e até Jessica Chastain (pensei que nao fosse viver para proferir esta frase) está bem ruinzinha no papel.

Precisávamos de mais um X-Men? Não deste jeito formulaico, não para ser um mero caça-níquéis, não para “cumprir tabela”, não para disputar com  “Wolverine – Origens” e ” X-Men: Apocalipse” como o pior filme de toda a série. Uma pena.

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