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Por décadas a agência Homens de Preto protegeu a Terra da escória do universo, mas agora precisa lidar com a maior das ameaças: um traidor, justo quando a agência torna-se internacional. É neste contexto que Em (Tessa Thompson) tenta se tornar agente, já que teve uma experiência extraterrestre quando jovem e não teve sua memória apagada. Quem irá auxiliá-lo nesta jornada é o atrapalhado agente H (Chris Hemsworth).
[Sinopse]

Vamos ser bastante simples, sem ser reducionistas, para que um novo MIB além da famosa balela (leia-se faturar mais grana) de “apresentar para uma nova geração” ? Respondo fácil, para nada! O MIB original com a trinca Will Smith, Tommy Lee Jones e o diretor Barry Sonnenfeld era bem bacana, aquela total subversão da nossa visão dos aliens, como eles estariam inseridos nas nossas vidas, o design, os exageros… Foi inovador, muito bem executado e a dupla gaiato x ranzinza de Smith e Jones funcionou perfeitamente bem. Inclusive no segundo filme, mas no terceiro já se via que “o gato estava subindo no telhado…”, mas, ainda que o filme seja “ok”, deveriam ter parado ali.

Neste, já sem a trinca (Sonnenfeld somente na produção), temos a sensação de estar consumindo aquele sorvete daquela marca bem famosa, mas “só que não”, entendem? O famoso “parece, mas não é”. O filme se baseia no tal “internacional” p navegar entre 2 ou 3 locais no mundo, faz muita referencia aos antigos, e na química da nova dupla, mas nada disso é suficiente para salvar o filme da sensação de “enfadonho”.

Chris Hemsworth é bonitão e tals, mas como ator é mesmo bem fraquinho, não consegue segurar uma franquia nas costas. Seu maior sucesso Thor precisou de dois Vingadores e dois filme-solo para engrenar em “Thor Ragnarok”, mas já havia falhado miseravelmente com o reboot feminino de “Caça-Fantasmas” e esteve bem tímido em outras incursões. Já Tessa Thompson é muito boa atriz, navega bem entre a comédia e o drama, diria que é o melhor do filme, mas não consegue sozinha transformá-lo em algo bacana.

E, por fim, mas não menos importante, temos o alienzinho alivio-cômico Pawny, irritante, mal feito, timing horrível, certamente uma das piores coisas de toda franquia, rivalizando com o odiado Jar-Jar Binks, de Star Wars.

Assim, para novas gerações pode até funcionar, ainda que inegavelmente com muito menos impacto de outrora, mas para quem viu os filmes originais é de um tédio sem tamanho. Sabe quando você olha para o relógio para ver quando vai acabar? Pois eu olhei com 30 minutos e o filme tem quase duas horas.

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