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Frances, cuja mãe morreu recentemente, é uma jovem mulher a viver em Nova Iorque que um dia encontra uma mala no metro. Devolve-a à sua dona, uma misteriosa e solitária viúva francesa que dá aulas de piano, e começa a aproximar-se dela, o que acaba por trazer alguns elementos sinistros à sua vida. Um “thriller” psicológico co-escrito e realizado por Neil Jordan – o irlandês responsável por filmes como “Jogo de Lágrimas” ou “Entrevista com o Vampiro” – ,com Chloë Grace Moretz (de “Kick-Ass” e “Hugo”), a veterana francesa Isabelle Huppert (nomeada para um Óscar em 2017, por “Elle”). [Sinopse]

O filme segue a linha de malucos perseguidores, algo parecido com o que conhecemos hoje como “Stalkers”, mas com desejos ainda mais malignos. Nada, nada inovador. É um mini sub-gênero do suspense mais do que manjado, mas que volta de tempos em tempos. Os melhores exemplares do gênero são “Louca Obsessão” com James Caan e Kathy Bates, “Atração Fatal” com Glenn Close surtada e, em menor escala, mas que representa bem o tal “de tempo em tempos” temos “A Mão que Balança o Berço”. Acontece que aqui a ideia é muito, mas muito, mal executada, fica parecendo um filme ruim dos anos 90, com todos os clichês manjados, escancarados, zero de suspense e algumas barbaridades.

Neil Jordan é um bom diretor, responsável por sucessos como “Traídos pelo Desejo” e “Entrevista com o Vampiro”. Aqui fica difícil acreditar que seja ele mesmo por trás das câmeras, não parece um filme dele. O máximo de semelhança com o Neil Jordan que conhecemos é a presença (insignificante, por sinal) do seu ator habitué Stephen Rea. Chloë Grace Moretz, outrora atriz-mirim, ficou marcada por papéis bizarros, cresceu, hoje uma mulher, e ficou meio que matrona, e até sua interpretação não é muito boa, cheia de caras e bocas bem ruins (até no cartaz!).

Sem muitas analises, é um filme perfeitamente dispensável, se estiver a procura de um filme neste estilo, aconselho a ver algum dos filmes que citei como exemplo. Além disso, o filme se passa em NY, mas é filmado em Dublin, na Irlanda, ou seja, até nisso é fake. Um crime. Fujam!

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