Resultado de imagem para Toy Story 4

O consenso inicial era que não precisávamos mais de um novo “Toy Story”, pois a parte 3 havia terminado tão perfeitamente bem, tudo estava perfeitamente encaixadinho, que Woody e Buzz deveriam repousar placidamente na nossa memoria afetiva. E também havia o medo de que colocassem tudo a perder. Acontece que Hollywood achava que não e eis que surgiu “Toy Story 4”.

Felizmente a cargo da tarefa estavam a competentíssima dupla Disney/Pixar e novamente temos uma nova aventura dos nossos brinquedos favoritos. O enredo é aquele blá blá blá sentimental para fazer marmanjo chorar, brinquedos querendo achar seu propósito no mundo, abandono, lidar com diferenças. Bacana, mas já vimos, soa quase que “episódico”. A animação (sim!) mostra uma grande evolução na computação gráfica, tudo é mais perfeito, mais vistoso, mais colorido e fluido, mas o ponto alto do filme fica por conta justamente das novidades, os novos brinquedos, como a vilã Gaby Gaby, os alívios cômicos Coelhinho e Patinho (ótimos na dublagem de Antonio “Kibe Loco” Tabet e Marco Luque) e o dublê de ação Duke Kaboom (com Keanu Reeves na dublagem original).

É mais do mesmo! Sem chorumelas, e ponto final. Não me levem a mal, é um ótimo filme, diverte muito, tem nível de excelência em aspectos fundamentais como roteiro, personagens, trilha, animação… mas já vimos esse filme. Funcionou como última bala na agulha, como uma ousada tentativa de reciclagem, mas acho que não rola mais… e é bom que fique neste filme mesmo.

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