Resultado de imagem para Homem-Aranha: Longe de Casa

Peter Parker está em uma viagem de duas semanas pela Europa, ao lado de seus amigos de colégio, quando é surpreendido pela visita de Nick Fury. Convocado para mais uma missão heroica, ele precisa enfrentar vários vilões que surgem em cidades-símbolo do continente, como Londres, Paris e Veneza, e também a aparição do enigmático Mysterio. [Sinopse]

A Marvel sabe que, como um estúdio de cinema, não dá para ficar apenas no modo super-herói versus vilão da hora, por isso tratou usar os filmes que falam mesmo desta temática maniqueísta, mas como veículo para vários filmes de gênero. Foi assim com o “Capitão America – O Primeiro Vingador” que é um filme de época, na segunda guerra mundial, “Homem-Formiga”  que é heist-movie (filme de roubo), “Thor Ragnarok” que é uma comédia. E isso talvez seja o maior acerto da Marvel como estúdio de cinema.

Pois “Homem-Aranha – Longe de Casa” é uma comédia romântica teen, tem todo aquele ambiente high school, aqueles clichês adolescentes e o obvio romancezinho entre protagonistas. O diretor Jon Watts, o mesmo da aventura-solo anterior do cabeça de teia (De Volta ao Lar), é o que podemos chamar do John Hughes (rei das comédias teen dos anos 80 como “Curtindo a Vida Adoidado”, “Clube dos 5”, “A Garota de Rosa Shocking”) do universo dos quadrinhos.

Desta vez o grande trunfo da Marvel não foi ser um grande filme, com explosões épicas, efeitos especiais incríveis, plot twists, grandes amarrações ao MCU, mas um filme leve, fluido, descolado, algo assim bem… Homem-Aranha! E, convenhamos, depois da carga emocional e dramática de “Vingadores – Ultimato”, era tudo o que precisávamos!

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