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Traído e exilado de seu reino, o leãozinho Simba precisa descobrir como crescer e retomar seu destino como herdeiro real nas planícies da savana africana. [Sinopse]

Devo confessar, não sou daqueles mimizentos que acham que “uma obra-prima não deve ser maculada!” ou famoso “estragou minha infância“, mas confesso que tenho (muito) medo em adaptações, reimaginações, reboots e por ai vai… quando se trata de clássicos. Mesmo a Disney sendo Disney a principio temi muito pela adaptação Live-Action (será mesmo?), digo adaptação CGI, de um dos seus maiores clássicos. Se inovasse demais entraria num terreno arriscado, se copiasse frame a frame se limitaria a reapresentar para novas gerações. Ademais os primeiros trailers trouxeram uma sensação de estranheza. Um pouco mais para frente a critica internacional iniciou uma serie de “poréns”. Enfim, o gato-selvagem tinha subido no telhado…

Dito isso, posso afirmar… NONSENSE! Blasfêmia! Maledicência! É procurar piolho em cabeça de cobra!
Não vamos comparar um desenho animado 2D, com todas suas características, para o bem e para o mal, com um (quase) live-action completamente CGI né? São diferentes e ponto final. Quem não gosta, então não gosta, ué, é um direito de todos, nada errado quanto a isso, mas imagino que o “desgosto” seja no geral, nada especifico com Simba. Acontece que a principal crítica de é que o CGI dos animais não consegue exprimir algumas feições (desprezo, deboche, ironia, sarcasmo…) que a animação deita e rola. E não consegue mesmo, mas compensa isso facilmente de diversas outras formas, como o gestual dos bichos, as corridinhas e freadas bruscas de Pumba, o andar de Scar, o voô errático de Zazu. Isso sem falar em sequencias que eu, euzinho, achei melhor até do que o original, como o estouro da manada de Gnus. Achei também a dupla Timão e Pumba, as Hienas e, pasmem!, Scar…. melhores, ou vá lá, tão bons que o original.

Eu preferia sequer “citar” o filme anterior em questão de comparações, que não gosto, ainda mais quanto no meio disto tem algo chamado “memoria afetiva”. Muito tentam relançar clássicos da nossa “memoria afetiva” mas poucos conseguem. Tivemos um novo “Caçafantasmas”, “Caçadores de Emoção”, “MIB Internacional”, “Papillon”, dentre inúmeros outros, todos feitos de forma claramente preguiçosa e como meros caça-níquéis. Deu no que deu né? Mas também tivemos “Cobra Kai” (Karate Kid) no YouTube, “Creed”, “Jumaji”. E para não ir longe, ainda nesta semana, tivemos o trailer-teaser de “Top Gun” que deixou a todos boquiabertos tal qual o nível de excelência que rapidamente percebemos no projeto. Ou seja, uma vez bem tratados, estes projetos pode dar certo, mesmo tendo referencias clássicos das novas vidas.

Então… o novo “Rei Leão” é um espetáculo. Lindíssimo visualmente, emocionante, engraçado, tenso… Mas depende do seu humor. Se não “compra” a ideia, nem vá, pois vai “achar” um monte de defeito, caso contrário pode ir sem medo, pois vai ter um filmão para se deliciar.

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