A Yoga tem posições que trabalham os músculos e a mente, o Kama Sutra tem outras tantas que transformam a relação sexual, em uma versão particular do Quidam (pensando…será que alguém já fez aquilo tudo?).

Já a posição de conchinha, relaxa e pode também ser uma variação do sexo básico, a depender da sua intenção.

Mas quero falar sobre aquela conchinha que é formada depois do sexo e faz parte da cesta básica masculina que as mulheres sonham em receber.
As mulheres entendem como um bônus especial, o homem que depois de transar lhe pega nessa posição e fica dando beijinhos na nuca, no pescoço, na orelha e falando aquelas besteiras que fazem rir e sentir que o céu é perto.

É normal que nesse momento, o casal se sinta mais leve e acabe por entrar em um sono profundo. E é aì que está o problema…
Dormir (dormir mesmo) a noite inteira em posição de conchinha, funciona bem na novela das oito, na vida real dá dormência nos braços, calor, desconforto, aperto, torcicolo e dor na coluna.

O ideal é que o casal converse e saiba a preferência um do outro. Não adianta dormir assim só para agradar o parceiro. O resultado final pode ser desastroso e acabar gerando um mau humor matinal que atravessará o dia.

O sono é sagrado e precisa ser respeitado!
O fato de gostar de dormir separado e na posição preferida, está longe de ser um sinal de falta de cuidado ou carinho.

Voto para que a posição de conchinha, sempre tão perfeita nos primeiros minutos, seja regulamentada e tenha um manual de uso.
E que este manual, além de ensinar a posição certa dos braços e pernas, estabeleça também que deve durar até que o primeiro diga: “Câmbio, desligo”.

Depois disso, será feita a separação momentânea dos corpos e como talvez diria Darwin… “Cada macaco no seu galho!”

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