Você conheceu, se apaixonou, namorou, dividiu momentos, chegou ao fim…terminou!
Mas não dá para passar uma borracha e apagar o personagem que fez uma ponta na sua história. Por mais bem resolvidas que as coisas já estejam para você, essa pessoa estará lá na sua biografia autorizada, atendendo pela alcunha de: EX.

Alguns finais são trágicos e os dois concordam em nunca mais se falarem ou terem qualquer tipo de aproximação. Passarão o resto das suas vidas mantendo uma tampa em cima da raiva e evitando qualquer contato que possa expôr essa mistura explosiva.
São raras essas situações, mas arrisco dizer que isso cheira a sentimentos que não foram acabados.

Na maioria dos casos, a elegância dá o tom e você consegue ter um convívio amigável com o falecido, digo… ex namorado.
Tomaremos como base para esta análise, a verdade de que o ex não representa mais nada, além de uma pessoa que passou pela sua vida.
Nem todos os finais são tranqüilos, mas mesmo aqueles que foram turbulentos e que houve algum tipo de mágoa, em algum momento você irá se recuperar e tratar o ex da maneira que ele merece.

Sim, afinal nem todos serão tratados da mesma forma… vai depender de uma escala onde será julgado o caráter do rapaz: se foi honesto, se teve cuidado com os seus sentimentos, se pisou na bola, se humilhou você ou se foi um gradessíssimo FDP.
Antes que alguém se manifeste dizendo que estamos reclamando dos homens, peço que se acalme! Estou apenas relatando as formas de se tratar um ex namorado e não dizendo que os homens são obrigados a ficarem amarrados à uma mulher que não amam mais, para sempre… mas honestidade e delicadeza no final do relacionamento, é tudo o que há de mais moderno! Para os dois lados!

E muito por conta de como o namoro acabou, você pode oscilar entre comportamentos distintos..

O preferido: pelo título você já sacou que esse é aquele ex que está em alta conta. Terminaram por força do destino… o amor acabou, a distância separou ou a relação se transformou em apenas amizade. Mesmo que um dos lados tenha terminado ainda amando, as coisas foram bem conduzidas e conseguiram estabelecer um contato cordial que inclui presentes de natal e aniversário. Alguns se transformam até em confidentes. É aquele ex que você pode contar sempre que precisar… e vice-versa.

O comum: são todos aqueles que não disseram muito a que veio… não fizeram nada demais para marcar a história de forma positiva ou negativa.
Você convive com ele e por vezes até esquece que já foram namorados. A relação é amigável, mas sem maiores aproximações.

O grande amor: aquele que foi o mais forte e mais marcante. Esse é fogo!
Sempre vai queimar… você sabe que não há a menor possibilidade de voltarem, na verdade você nem tem essa intenção, mas quando se encontram os sininhos tocam. Quando ele te cumprimenta você faz um esforço tão absurdo para sorrir sem tremer que quase lesa alguns músculos do rosto. Contatos maiores devem ser evitados!

O ficha suja: é aquele que você terminou ainda gostando do cara… aceitou que era o fim, analisou friamente e viu que terminar era o melhor a fazer, segurou a barra e não se humilhou pedindo retorno… mas não contente, o mocinho mesmo sabendo dos seus sentimentos apronta uma canalhice sem tamanho no final e acaba sujando o curriculum.
Depois que tudo passa, você consegue cumprimentar, conversar de forma lacônica e até esboçar um sorriso, mas a mácula demora para sair… as vezes nem sai.

Apesar de concordar com os tratamentos diferenciados, até certo ponto, sou contra guardar rancor e alimentar pensamentos ruins.
Os relacionamentos nos ensinam e amadurecem.
Ao terminarmos, no calor das emoções afloradas, é comum pensarmos apenas no que nos fez sofrer, mas é pertinente lembrar das coisas boas, de tudo o que foi vivenciado e compartilhado com aquela pessoa que até ontem, era muito importante para você.

Se acabou, algum motivo maior houve… não adianta desespero ou revolta!
Sou da teoria de que merecemos o melhor, portanto se algo nos escapa, coisas bem melhores estão por vir.

“A vida tem sons que pra gente ouvir
Precisa aprender a começar de novo.
É como tocar o mesmo violão
E nele compor uma nova canção…”

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