Se você quiser pode ler o texto ouvindo: Right to be wrong

sincericídio2

Eu penso em você todos os dias.

Não todo o tempo, mas em boa parte dele.

Sim, eu stalkeio você!

Entro no seu perfil, vejo as suas fotos, os comentários suspeitos e os check-ins.

Quando você demora de postar vou na página dos seus amigos para ver se te encontro em posts alheios.

Nas suas selfies investigo tudo. O que está ao fundo, a luz, fico imaginando quem poderia estar ao seu lado no momento, o que significa as legendas ou a falta delas.

Eu odeio as suas amiguinhas. Todas elas. Odeio. Muito.

Sim, sou ciumenta. Vivo dizendo que não, mas é só para parecer segura.

Se alguém comenta que te encontrou, pergunto onde, quando, como e com quem.

Quando converso com os nossos amigos em comum torço para que você seja citado. Só para ter notícias mesmo.

Quando você curte ou comenta as minhas postagens uma grande quantidade de borboletas, aliás uma infinidade delas, invadem o meu estômago e quase me fazem flutuar.

Eu sei que é loucura confessar tudo isso. Essas declarações fazem parte do que sentimos e nunca externamos.

As pessoas até me consideram madura, mas não sei o que pensariam se soubessem dessas minhas fraquezas.

Psicopata? Louca? Neurótica? Desequilibrada?

Sei lá o que pensariam.

Eu diria que apenas apaixonada… e sincera.

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