Não posso mais viver sem mim

Ontem, enquanto eu tomava uma água de coco, na orla, uma moça desconhecida se aproximou e sentou ao meu lado. Como tenho essa cara de “fala-que-eu-te-escuto”, ela começou a me dizer que estava sofrendo MUITO com o fim de um relacionamento. Perguntei então quanto tempo foi de relação e ela disse “15 dias”. Depois que o susto passou, eu falei pra ela algumas coisas que eu pensava, mas a conversa me fez trazer esse tema aqui hoje…

 

Não há como negar, vez ou outra estamos as voltas com uma chata dor de cotovelo, um temido amor mal curado, com o gosto amargo dos fins.

Sim, é doloroso! Se você amou “de verdade” e perdeu essa pessoa, certamente, não será tão fácil esquecê-la.

O problema é quando você começa a banalizar essa dor e achar que qualquer rompimento merece um fundo de poço. Calma aí! Vamos respeitar as verdadeiras dores de amores… aquelas que alimentam os poetas, dão munição aos compositores e uma aquarela de cores agressivas às telas dos pintores.

A efemeridade das relações está levando as pessoas a nomearem um encontro de duas semanas, como história de amor. Ficam durante 10 ou 15 dias e ao terminarem, se entregam a uma dor que é pouco justificável emocionalmente e muito atribuída à questões mais profundas da alma.

Na minha humilde opinião, esta funcionalidade de transformar relacionamentos pouco substanciais em etéreos, tem sua origem em um ponto fragilizado e eu diria que o centro de tudo:  a autoestima! Neste caso, a falta dela.

Nem Darwin e a sua psicologia evolucionista na busca pela compreensão da existência humana, entenderia essa mania de acelerar os processos e já rotular encontros passageiros, como capítulos densos de uma história, quando não passam de um prefácio.

Ocorre que este tipo de posicionamento, o de se sentir enlutado nos fins das relações, vem mesmo da falta de autoestima que desencadeia a inabilidade para lidar com a rejeição, que por sua vez, vem acompanhada de vários outros fatores, como a necessidade de agradar e de aprovação, frustração, carência e uma série de questões que fazem os fins tornarem-se verdadeiros calvários.

A ausência da autoestima vai fazer você encarar cada elogio como uma fonte de energia, cada carinho como proteção e cada “eu te amo ou eu te adoro” como um atestado de que você (olha só!) é uma pessoa digna de ser amada.

E, acredite, toda aquela história de que é preciso se amar primeiro para depois ser capaz de amar, verdadeiramente, o outro, não é conversa fiada de revista feminina, isso é um fato!

A falta do amor próprio pode fazer você viver em um mundo escuro, onde não conseguirá enxergar as coisas mais óbvias. Se envolver com pessoas de caráter duvidoso e achar que está ótimo só para ter atenção e carinho, acreditar que parceiros que nada tinham a acrescentar eram muito mais especiais que você e pode te levar a dar poder sobre sua vida, pra gente que não merece nem o  poder de ficar com o controle remoto da sua TV.

Sabemos que não é fácil recuperar a autoestima assim… da noite para o dia. Esta des-construção está arraigada na infância e portanto há um longo caminho pelo autoconhecimento até que todos os gatilhos que desencadearam a perda dela sejam identificados e trabalhados.

Então, permita-se um olhar mais carinhoso sobre si mesmo. Perceba que você, como qualquer ser humano, não é constituído só de defeitos. Identifique, valorize e propague as suas maiores qualidades.

Essa busca desenfreada para encher esse vazio que você tem na alma, não está e nunca estará em outra pessoa. Essa questão é interna e você precisa aprender como resolvê-la.

Quando você não percebe o ser especial que é, pergunta para o universo: “Mas por que ele não me quis? O que tem de errado comigo?”

Quando você se ama, joga para o universo: “Não me quer? Mas o que há de errado com ele?”.

Descubra-se, ame-se e pare, de uma vez por todas, de sofrer por gotas que mal encheram um copo.

 

6 micos que você não deve pagar nas redes sociais

Sabe aquele mico que você paga e começa a faltar ar de tanta vergonha? Aquele momento que você tem vontade de enfiar a cabeça na terra? Aquela vontade de simular um desmaio para não ter que encarar quem viu o mico?

Sinto dizer, mas pode piorar… a gafe pode ser na internet e aí fica tudo registrado. Ainda que você seja uma pessoa cuidadosa, em algum momento pode ter passado por alguma dessas situações que relato logo abaixo. Além dos micos, existem outras coisas “sem noção” que rolam por aí. Acompanhe:

 

1. Seguir por acidente

E lá foi você stalkear a página no facebook ou o instagram da atual-namorada-do-seu-ex ou daquelazinha da academia que você detesta e quando percebe, abateu-se a desgraça! Sem saber como, onde e porque, você clicou em SEGUIR e agora é tarde demais para voltar atrás. Deu ruim! Melhor você assumir e fazer a bem resolvida!

 

2. Curtir e descurtir

Eu tenho uma série de reclamações sobre o instagram e essa é a maior delas. A palhaçada de curtir uma foto só tocando nela é uma puta de uma sacanagem. As vezes basta o celular travar, você insistir para rolar as fotos e pronto: já curtiu a foto que não queria. Mas esta situação piora muito, quando você não segue a pessoa, entra no insta dela e vai olhando as fotos só pra tomar parte da vida da criatura e de repente, não mais que de repente… voilá! Curte a foto. Amigo, se isso acontecer, assuma sua parada… não vá descurtir a foto não que fica ridículo. Sabe por que? A pessoa já recebeu a notificação de que você curtiu, então “já foi”.

 

3. Visualizar e marcar que não viu

Esta é uma tática que algumas pessoas usam, no facebook, para ignorar ou dizer que ainda não viu a mensagem. Então abre, lê e depois clica em “marcar como não lida”. Pode até dar certo se o outro não voltar pra checar se você leu, mas se por coincidência (e o Diabo as vezes colabora), o outro voltar e perceber essa sua estratégia, também fica feio. O fato de fazer isso, já significa que a pessoa não tem importância para você. Qual a necessidade de disfarçar? Que bobagem!

 

4. Chamar atenção a qualquer custo

Obviamente, vez ou outra é possível postar algo na página de um amigo para brincar ou expressar algum sentimento, mas usar a TL para combinar eventos, comentar sobre assuntos que só interessam às duas pessoas em questão, é um mico feio. A primeira coisa que vem à cabeça das pessoas que leem, é: “já ouviu falar do inbox, amor?”. Então, se a mensagem é muito pessoal, use o inbox, pelamordi! Tudo bem que você quer que fulaninho de tal saiba que você está combinando uma balada, que você está online ou sei lá o que… mas faça isso de outra forma. Para que tá feio!

 

5. Esquecer do cenário

Não sei vocês, mas quando vejo fotos das pessoas, sendo selfie ou não, sempre olho o que está ao fundo. É involuntário! Por mais que eu não queira, os meus olhos desviam para o cenário da foto… no meu caso, como sou muito detalhista, olho até o tecido da almofada. Enfim… tem gente que se dá tanta importância (não que isso seja de todo ruim) que foca na cara maquiada e esquece que atrás a cama tá uma bagunça, a parede tá suja e a porta do armário tá despencando. Não esqueçam que quando falamos em foto “sem filtro” não estamos falando de foto “sem noção”. Vamos dar uma geral no cafofo ou então procurar um lugar mais agradável para se posicionar, combinado?

 

6. Invadir a timeline alheia

A menos que você tenha certeza, certeza mesmo que a pessoa te adora e que também vai adorar uma postagem sua na timeline dela, não poste nada. Não poste na página do outro a foto do seu sobrinho, não compartilhe links da sua loja, da banda do seu namorado ou do bazar que você vai participar vendendo seus trabalhos manuais. Essas postagens só mostram uma coisa… que você é um chato! Até mencione a pessoa em algum comentário, mas postar na página dela já é invasão. Se for uma coisa que você queira muito mostrar e que precisa da ajuda do amigo para compartilhar, mande o link por inbox e então ele analisa se vai compartilhar ou não. Beleza?

Mas atenção, se você não se incomoda com nada disso e acha que a vida não deve ser levada tão a sério, eu também concordo. Vamos rir dos micos, mas sem esquecer de ir apenas até onde começa a privacidade do outro.

#quemnunca

 

Carência não é amor

Ontem eu estava doente (nada sério) e precisei ir ao hospital. Chegando lá, enquanto me consultava, o médico muito simpático e gentil, começou a falar sobre vários assuntos para me distrair e dentre eles, me contou uma história (que agora não vem ao caso), mas que me fez trazer esse tema para compartilhar com vocês. Vamos lá!

Como é mesmo o nome daquela coisa que faz você olhar a lua de forma melancólica, mesmo sem estar apaixonado?

Aquilo que faz você observar os casais se abraçando e sentir vontade de fazer o mesmo?

Sabe o nome? Eu sei! É carência!

Carência é foda! Quando ela começa a aparecer, é sinal que você vai fazer merda.

A pessoa que antes nem era uma opção, passa a ser uma alternativa considerável em uma noite solitária. A vontade de ter um amor pra chamar de seu, aumenta tanto que qualquer potencial convite para sair, acaba por se transformar em uma promessa de vida a dois.

A carência faz você enfiar os pés pelas mãos e a razão por água abaixo. É tanta necessidade de acalentar o corpo e a alma, que você vai se apegando e se apaixonando por qualquer criatura que apareça na sua frente com um discurso carinhoso.

Depois essa pessoa vai embora e você sofre como se estivesse perdendo o grande amor da sua vida, quando na verdade era só alguém em quem a carência projetou uma história.

Você não sofre pela pessoa, sofre pelos planos que perdeu. Sofre pela referência hipotética de ser feliz e não por, de fato, ter sido.

Sente falta, quer ter a companhia, mas não lembra que enquanto estão juntos, não conseguem sequer desenvolver uma conversa boa e madura. O sexo é aquela coisa morna, feito sem muita entrega, mas você acha que fez amor.

A carência faz você enxergar sentimento onde não existe. Faz você acreditar que um encontro casual estava escrito nas estrelas. A coincidência de gostar da mesma praia que o outro é tida como um sinal que as almas precisavam se encontrar. E até onde não há a menor compatibilidade, você afirma que são pequenas diferenças contornáveis.

Quando tudo acaba, a dor da rejeição é muito mais significativa que a ausência do outro. Se você avaliar, friamente, perceberá que poderia ter sido esse que foi embora ou o cara da esquina.

Não era a pessoa, eram os desejos que a sua carência idealizou para ela. Quando passa o período da quarentena e vem a superação, você olha pra trás e pensa: não entendo porque sofri tanto por alguém que não me valorizava.

Mas é fácil de entender, a carência joga os holofotes em amores irreais e ofusca o amor próprio.

Existe amor e existe carência! Antes de sofrer a toa, tente identificar essa diferença. A dor pode até não diminuir mas, seguramente, você vai saber melhor como curá-la.

 

A culpa é do cupido?

 

Eu já falei aqui, algumas vezes, que a vida de uma solteira não é nada fácil! E as dificuldades aumentam, consideravelmente, por causa do cupido.

Sim, ele mesmo! Esse rapaz é um trollador… a gente pensa que ele está ajudando, que vai acertar em um alvo decente e lá vem outra mal fadada história de novo. Imagino que depois de cada caso frustrado,  ele fique assistindo, comendo pipoca e tendo crises de riso às nossas custas.

Conversando em mesa de bar com algumas amigas, todas elas tinham uma história louca para contar sobre as suas últimas “quase relações”.

Tinha a que conheceu um cara correndo na orla… moço lindo, gentil, inteligente e ela, lógico, no segundo dia já estava apaixonada. Até que ele disse que queria marcar para correr também no sábado… ela aceitou NA HORA. O que é acordar às 5h no sábado, quando se pode encontrar o futuro amor da sua vida? Que besteira! E lá foi ela… mas eis que chegando lá, o lindo e sorridente como sempre, disse que queria apresentar uma pessoa pra ela… a minha amiga imaginou logo que era a mãe dele… futura sogra e tal… mas, infelizmente, não foi. Por isso ela não conteve a expressão de tristeza e desolamento quando ele disse: “Essa aqui é Binha… minha namorada!”

A outra amiga contou mais uma história do cupido trollador… conheceu um moço no Tinder e a conversa rendeu… marcaram de se encontrar e foi tudo lindo! O jantar, os beijos e um sexo ótimo. Saíram várias outras vezes! Ela teve a impressão que, finalmente, as coisas iriam caminhar e se transformar em namoro. Mas um belo dia, ela estava conversando com uma outra amiga, contando que estava super apaixonada e feliz com a pessoa que havia encontrado. A outra também disse que estava saindo com alguém que conheceu lá no Tinder e as duas pediram uma cerveja para brindar à esse aplicativo. Só que não!

Quando falaram os nomes, coincidentemente iguais dos rapazes e mostraram as fotos do whatsapp, descobriram que estavam saindo com  o mesmo cara.

Esse Tinder não é coisa de Deus! Apenas entendam isso.

Mas estas, são apenas duas das histórias que tenho escutado por aí. Se já está difícil encontrar um amor, imagina com esse cupido tumultuando as coisas?

Brincadeiras à parte, acredito que essa busca desenfreada, essa necessidade de ter alguém para estar ao lado e viver um romance, tem feito com que algumas mulheres (e homens também) se entreguem demais logo nos primeiros contatos, sem sequer conhecer melhor a pessoa e saber o que ela, realmente, pretende.

É importante entender que o que você sente, não indica o mesmo sentimento no outro. Você pode estar vendo, ali na frente, o grande amor da sua vida, enquanto a pessoa lhe enxerga apenas como alguém “bacana”.

A culpa não é do cupido, nem do destino, nem sua… o que falta é calma e compreender que cada coração funciona de um jeito.

O amor vem na hora certa e não na hora que você quer!

Sexo casual? Hoje, não!

Sexo é bom… aliás, sexo é maravilhoso! Todo mundo gosta e sente falta quando não tem.

Fica ainda melhor quando se tem uma relação bacana e é possível unir o sexo ao amor. É uma combinação perfeita… se você nunca experimentou isso, não passe a vida sem conhecer essa sensação.

No mundo dos solteiros, a prática sexual nem sempre está ligada ao amor, mas sim às necessidades carnais. A demanda é excessiva, a oferta também e o povo se vira como pode.

No caso das mulheres adeptas ao sexo casual, existem algumas etapas a serem consideradas… há aquele momento em que ela não está se importando muito se o cara vai ligar no dia seguinte, afinal o que está em jogo é apenas uma boa transa.

Então tem uma outra fase onde ela está apenas transando vez ou outra com a criatura, mas fica torcendo para que aqueles encontros se transformem em algo mais sério… tem vontade que a pessoa fique não só na sexta a noite, mas durante o domingo inteiro.

E dentro de várias outras etapas, há aquela em que ela está cansada dos encontros efêmeros. O tesão continua ali, mas um lado muito racional começa a pesar e mostrar que só satisfazer o corpo não é mais suficiente.

Aquele cara legal e sempre pronto para saciar o desejo de ambos, já não parece mais tão atraente… ela olha para ele e sente vontade de dizer: “te ver não é mais tão bacana quanto a semana passada”.

O sexo é bom… a química continua ótima, mas falta alguma coisa. Falta ir além daquela manhã onde ele toma um café rápido na sua casa e some por 3 ou 4 semanas, falta ter a companhia para ver um programa bobo de TV, rindo e falando besteira.

Falta um olhar que mostre interesse no que ela é e sente. Falta abraço… aquele tipo de abraço que só tem a intenção de proteger, passar carinho e aconchego. Falta tudo aquilo que vem depois do sexo… quando se percebe que a pessoa está ali por um motivo muito maior que só o desejo.

Então aquelas ligações e mensagens de homens que pareciam interessantes, perdem um pouco o sentido… aliás, o que ela perde mesmo é a paciência e quer até encurtar a conversa, finalizando: “não, hoje eu não quero transar”.

No meio desse impasse entre os desejos que continuam invadindo o corpo e a vontade de acabar com os encontros sexuais, ela segue oscilando… dias que mantém firme a decisão de estar sozinha e em outros cedendo aos encantos daquele cara que tem uma ótima pegada. Até que ela decida, enfim, o que será melhor para a sua saúde emocional.

Se você se encontra em uma situação como esta, saiba que não está sozinha. Nas últimas semanas recebi cinco emails, de leitoras diferentes, dando esse mesmo depoimento. E tem muito mais mulheres por aí, vivendo isso.

O sexo casual é bom, mas quando você começa a ter interesses diferentes do que este ato proporciona, é preciso ter cuidado para que ele não passe de diversão, para uma agressão aos seus sentimentos.

 

 

Os opostos se atraem?

Dizem que os opostos se atraem! Eu gosto mais da frase do Anitelli que diz: “os dispostos se atraem”. Em alguns casos, é preciso estar mesmo muito disposto!

Amor, paixão, atração… esses sentimentos não escolhem alvos, na verdade, somos  atingidos por eles.

É comum que você se aproxime de pessoas com os mesmos interesses, mas vez ou outra, aparece alguém que destoa por completo do seu jeito ou comportamento.

Você gosta de pagode e ele de rock.
Você gosta de churrasco e ela é natureba.
Você se veste de maneira clássica, discreta… e ele tem 387 tatuagens, piercing no nariz, na sobrancelha, na língua e se veste de maneira muito informal.

Ela usa scarpin todos os dias e ele All Star para ir em todos os lugares.

Você acha estranho e melhor não comentar, mas a pessoa medita as quatro da manhã e interrompe o que estiver fazendo no fim da tarde para reverenciar o deus sol!

Os hábitos, completamente distintos dos seus, parecem lindos, fofos, up-to-date e você começa até a repensar sua vida, achando que precisa entrar numa vibe mais zen… que lindo!

Esta decisão pode dar muito certo ou muito errado, a depender do que te move a querer abraçar essas mudanças.

Mudar tudo para acompanhar o ritmo do novo amor, a princípio não envolve tanto sacrifício afinal, há um motivo subliminar que impulsiona a fazer isso: você quer pegar a pessoa de jeito!

Passada esta primeira fase, quando você já conquistou e está convivendo, acompanhar o ritmo do outro não parece mais tão excitante.

Você sente falta da sua rotina e aí para não revelar o seu arrependimento de ter se comprometido a acordar as 4h para ir correr na orla, começa a se mostrar impaciente, de saco cheio e continua fazendo tudo aquilo, desta vez, como obrigação.

Hora de prestar atenção nos sinais de alerta… se o sentimento não for maior que as diferenças, dificilmente, vocês vão conseguir encontrar o equilíbrio desta relação.

Então, se você for consciente do que quer, entenderá que não passou de uma atração momentânea e que não está “disposto” a se adaptar á vida do outro. Mas se o amor for verdadeiro, parceiro… se mesmo com todas as diferenças, vier mesmo de repente uma vontade de se ver e de ficar… Ah! Essa história pode dar certo.

Não haverá problema nenhum em fazer aquela viagem para o Capão, você no carro e ele pedalando nas trilhas… um vai comer pizza de soja com brócolis, enquanto o outro se acaba na quatro queijos, haverá consenso para ceder ás vontades do outro, haverá respeito com as crenças do outro.

Haverá, sobretudo, amor!

É muito bom conhecer pessoas que mostre um novo lado da vida, que ensine outros caminhos e formas de encarar o mundo.

Mas antes de qualquer coisa, esteja certo de que quer essa mudança ou de que mesmo não mudando, aceitará se o outro for um conservador, um descolado… alguém com comportamento destoante do seu.

Não há regras… amar alguém que se comporte, exatamente, como você pode ser até mais complicado do que encarar diferenças.

O grande balizador de tudo, será sempre o amor!

“E quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração…” (Renato Russo)

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