Leitoras e Leitores,

Uma das mais tradicionais assessorias de corrida de rua de Salvador completou 15 anos esse mês e precisamos falar sobre ela, a Triação, dos professores Diogo Andrade e Paulo Bahia!

Poderia discorrer sobre os adjetivos corporativos da assessoria: organizada, séria, cuidadosa com os alunos, inovadora… mas isso é fato notório. Prefiro escrever sobre outros aspectos que evidenciam o que significa 15 anos correndo com os mesmos treinadores.

A equipe da Triação, nas extremidades os Profes Paulo Bahia (esquerda) e Diogo Andrade. Foto: acervo pessoal

A equipe da Triação, nas extremidades os Profes Paulo Bahia (esquerda) e Diogo Andrade. Foto: acervo pessoal

Essa é a história de uma pessoa que um dia resolveu que correr lhe curaria de um mal.

Pode ser a minha história. Ou a sua. Ou a de muitos amigos seus.

Cada qual com seu mal, com seu motivo, com seu propósito.

Para mais de 3000 pessoas, porém, essa história teve um aspecto em comum: a assessoria esportiva Triação.

Há 15 anos nascia a Triação e eu havia começado a correr seis meses antes. O meu casamento com eles veio no primeiro mês de fundação da assessoria, logo após uma edição da corrida Tiradentes, em especial pela minha amizade com o professor Paulinho, com o qual pedalei muito nas concorridas aulas de spinning na Academia de Julião Castello e, mais tarde, na academia de Tony Granjo.

Assessorado pela Triação dei a volta ao mundo correndo, escrevi um livro – o dediquei a Diogo e Paulinho (podem ver nos agradecimentos) e passei a trabalhar buscando novos envolvimentos dos atletas amadores com a corrida de rua. Com meus professores eu converso muito mais do que sobre treinos e provas, discutimos propósito, experiências e compartilhamos nosso medo com os excessos da turma amadora (e dos experientes também).

A Triação faz com que me sinta um super-herói. Posso correr no ritmo que for, mas sempre me sentirei vencedor, por que meus treinadores me dizem que dei meu melhor e que o fato de estar me sentindo bem após a corrida é o principal.

A Triação me presenteou com amigos, não falo aqui de conhecidos, mas amigos daqueles que chamamos de irmão, como Marcos Oliveira e sua família.

E por falar em família, a Triação tornou-se uma extensão de muitas famílias, inclusive da minha, em especial quando recebeu e acolheu minha esposa, Cristina.

Talvez, Diogo e Paulinho não saibam o quanto é importante para o relacionamento da gente compartilhar do mesmo hábito saudável, de viajar com o mesmo objetivo de correr uma prova e de inserirmos em nossas conversas rotineiras as resenhas de nossos treinos e corridas. Eles nos ajudaram muito, por que não poderia viver o meu mundo de corrida dissociado do meu mundo familiar.

No livro Corredor: Um Estilo de Vida (CRUZ, 2015), afirmo que a corrida não pode ser um estresse. Essa lição eu aprendi com Diogo e Paulinho. Eles me mostraram que a corrida, antes de mais nada, deve ser um dos elementos que compõem uma boa qualidade de vida, pois a corrida deve ser útil para a saúde, o convívio social e o lazer. E assim construí minhas percepções sobre o ato de correr.

Essa é a história de muita gente com a Triação. Mude um ou outro fato, acrescente ou retire outros e… você encontrará a história de um dos mais de três mil alunos que passaram ou que estão sendo assessorados pela Triação. Ou melhor, que são membros da família Triação.

Vida longa e próspera à Triação!

Cartão de visita-02

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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