Por Márcia Brandão,

Temos infinitas possibilidades de descobrir caminhos e territorializá-los. Sempre foi assim. Precisamos que seja assim. Há um norte para indicar direção e ideia de retorno, que torna sul quando chegamos nele para não nos perdermos e, um tempo razoavelmente longo depois, torna raiz.

Sério, precisa ser assim.

Os sonhos são imprescindíveis porque nos fazem vívidos! As raízes, identitários.

Seres que não se saciam…seres que funcionam pela falta… O grande tema empoderamento, a algum custo, requer humildade; afinal, nosso inexorável desafio é a busca pelo equilíbrio entre todos os aspectos que nos comportam estar e ser.

Tenho uma maneira sacal de nomear empoderamento seccionado para os equivocados de primeira viagem…os que estão muito bem resolvidos profissionalmente, contudo não  apresentam a expertise mínima para manter saudáveis relações pessoais. Ou vice versa. Ou lidam bem nestes âmbitos e têm dificuldade na boa saúde. Ou como a ilustre e magnânima análise sobre a liberdade de quem ama tatuar-se: as tatoos fixas estão presas…fulguram simbologias especiais marcadas…e, adeptos fervorosos já não têm mais corpo para dar…

Vamos, sim, ao empoderamento que nos solta de tudo que prende e que nos prende a tudo que solta. Os pés fincados no chão e a alma sorvida de sonhos!


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